quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
domingo, 3 de junho de 2018
sábado, 6 de janeiro de 2018
CONTEMPORÂNEOS 2018
É com alegria
que entregamos essa Antologia para deleite do leitor interessado em conhecer o
trabalho de novos e de tarimbados autores, espalhados por todo o país. “Contemporâneos
2018” representa o encontro desses autores, de suas culturas, seus sonhos e
suas realidades, coroamento do trabalho que realizamos ano passado.
Estamos
felizes por proporcionar a divulgação desses trabalhos e desses autores.
A seguir o
nome dos autores participantes e os títulos de seus trabalhos.
Ingrid
Ditzel Felchak
AUTORRETRATO
Manoel
da Silva Araújo
STULTIFERA NAVIS
SOLILÓQUIO
DESVAIRADO
SONETINHO BESTA
DA ESPERANÇA!
TRANSAMARGURAS
VERSOS ÍNFIMOS
Nege
Além
A ERMIDA DE MINHA INFÂNCIA
Julio
Maciel Treiguer
PATRIA MINHA...
Lauro
Trevisan
VINTE E QUATRO HORAS DE VIDA
Maria da Conceição Gomes de Lima
O VALOR DA
GRATIDÃO
Hugo
Sales
FARTISMO
Vera
Pinheiro
MULHERES
OUTONAIS
A MULHER CARENTE
Paulo
Dias Neme
RELIGIÃO
Jorge
Luiz Nunes Brazil
KODAK
CÉU
E MAR
RECIFE
CLUB BAND
CRIANÇA
DE
QUE ADIANTA
EU
TE VEJO E TU NÃO ME VÊS
Armando
Jesus Barbieri
RESSURREIÇÃO
DE JESUS
Fernando
Carvalho
JESUS CRISTO É O
SENHOR
Sueli
Nassar Az
SAUDADES
Carlos
Henrique de A. Rabello
QUE VIDA
DIFÍCIL!!! CARMINHA, QUE MULHER !!!
Regina
Moniz Ribeiro
E
POR QUE NÃO?
José Olívio
A
TERCEIRA REVELAÇÃO
Jania Souza
CRIANÇA
ÁFRICA SOMOS
TODOS NÓS
Lydia
Pires de Britto
COMO SER FELIZ
CONVERSANDO COM
O “TEMPO”
LEMBRANÇAS DO
PASSADO
OS DESCAMINHOS
DE UMA ALMA
Mariano
Gomes Silva
AO ESCRITOR
MORTE E VIDA!
OS NOIVOS
Ivan
Prieto Rinald
O
LIGADNHO NA CRISE
José Bezerra Filho
A
GRAVIDADE DA LEI.
O
AMARGO RELATO
José Maria Rodrigues Monteiro
O QUE O DINHEIRO
NÃO PODE COMPRAR?
QUEM COMEÇA
PROIBINDO EXPOSIÇÃO TERMINA QUEIMANDO LIVROS
DONA MAROCA E O
CELULAR
terça-feira, 7 de novembro de 2017
O LIGADINHO NA CRISE
por Ivam Prieto Rinald
Editorial de estreia
Viva São João oops, já passou.
Nosso novo tabloide, O LIGADINHO,
já chega conectado na hora errada: a da crise de racionamento de água - quem
disse que não falta água em Brasília? Prenúncio de novo racionamento de energia
elétrica; quem (sobre)viver verá, não precisa ser pitonisa ou visionário.
Por esta razão duvidamos que
tenha vida longa, ideias luminosas, público-alvo pouco esclarecido, ou seja,
totalmente clean, isto consumiria muita energia. Optamos então por abastecer
nossa central cerebral com triptofano, cordyceps sinensis e tribulus
terrestris, por serem mais econômicos e só consumirem a nossa própria energia.
CRIANÇA
por Jania
Souza
És sorriso do céu
Orvalho no
coração
És esperança
na tempestade
Amor na
incompreensão.
Criança
merece respeito
Não deve ser
violada
É anjo de
carne e osso
Lembra o pão
e o cálice.
Zelai pelas
crianças
Tesouro maior
da nação
Sem elas não
há futuro
Finda a
consciência cidadã.
***
Este
trabalho integra a antologia Contemporâneos 2018 que será lançada pela
Taba Cultural Editora entre dezembro/2017 e janeiro/2018.
Se
gostou comente e compartilhe com os amigos.
Caso
deseje participar de nossas antologias envie uma mensagem para:
taba@tabacultural.com.br
sábado, 30 de setembro de 2017
RESSURREIÇÃO DE JESUS
por Armando Jesus Barbieri
Lc-24,13a33 – Em Lucas 24 Vs13 a 33 Jesus caminhava com o povo, com destino a Emaús.
Quando por ocasião do aparecimento de Jesus em João 20 Vs24a29
Jesus queria se mostrar ao incrédulo Tomé também chamado Dídimo que percebeu ser mesmo Jesus ressuscitado, então disse:
- Meu Senhor e meu Deus!!!
Em Lc24 Vs13a24 Jesus caminhava com eles sem se identificar.
Um deles chamado Cléofas respondeu a Jesus:
- És tu o único em Jerusalém que desconhece os acontecimentos dos últimos dias?
- Que foi que houve? Perguntou Jesus (Resposta leia na Bíblia Cap Lc 24 vs24a33.
Sem dar pulinhos e alterando sua voz um padre já idoso, com voz calma e suave dizia:
- Gente, caminhe com Jesus, Jesus nos ama e só quer nosso bem, venha a casa de Deus celebrar a Páscoa, assistir a missa porque toda missa é a Celebração da Páscoa.
Jesus ressuscitado foi reconhecido em Emaús quando partiu o Pão e ai que reconheceram Jesus que havia caminhado com eles.
Depois de cinquenta dias, dia de Pentecostes Jesus subiu aos Céus para junto de Deus Pai deixando para nós o Seu Espírito Santo que por ocasião do Batismo nos faz irmãos de Jesus e filhos adotivos de Deus.
Na sexta-feira santa do dia 19 de abril de 1935 a minha mãe Dona Regina Brandini Barbieri, aguardava o nascimento de seu 3° filho. Quem?
Eu! Naqueles tempos quem assistia as parturientes era uma parteira que apressava minha mãe porque as 19,00 horas saía a procissão da Igreja de São Pedro do enterro de Jesus, mas como este menino sempre foi um pouco lento e como já nasci aprontando, a parteira perdeu a procissão, coitadinho do inocente.
Depois de quase uma semana de vida, tinha que batizar a criança. porque o nenê chorava muito e só depois de receber o Batismo é que a criança se acalmava e ficava tranquila dormindo melhor.
O engraçado foi na hora de colocar o nome na criança. Meu pai Mario Barbieri queria colocar o nome de Armando em homenagem a Armando Salles de Oliveira, governador do Estado de São Paulo.
Na parede da sacristia um pacote de folhinhas com 365 números e em cada folha o dia, o mês e ano e com letras miúdas o nome do santo do dia, o padre procurava o nome do santo e achou o de Santo Expedito em 19 de abril, e minha mãe não gostou do nome, então o padre sugeriu o nome de Jesus por ter nascido na sexta-feira santa.
O nome Armando foi considerado pela homenagem de meu pai, o de Jesus (Época de Páscoa e ressurreição de Jesus) e Barbieri da família
Na Itália era uma época de pestes, terremotos, doenças, fome,etc.
O Brasil era um paraíso perto de uma Itália de Mussolini, resultando que transportei um vírus no meu sangue diagnosticado como mal de simioto ou doença de macaco e na época não tinha cura.
Resultado, fiquei magro e seco e com dois olhos azuis arregalados.
Sem expectativa de cura, minha mãe me levou para igreja e com aquele esquelético menino nos braços, ofereceu a Nossa Senhora:
- Oh! Senhora Aparecida, se for teu, leve mas se não cure o meu menino! Minha mãe acabava de me consagrar a Nossa Senhora .
Ao chegar em casa comecei a me alimentar, comer e beber e graças a Deus e Nossa Senhora me restabeleci.
O engraçado que uma senhora mãe de um vereador da cidade disse:
- Senhor Armando ! Nem Nossa Senhora quis o senhor!
Me fez rir no momento, mas depois fiquei meditando, Nossa Senhora me deixou viver porque tinha muita coisa para oferecer na vida, inclusive o testemunho de que Deus Existe e está no meio de nós!
Lc-24,13a33 – Em Lucas 24 Vs13 a 33 Jesus caminhava com o povo, com destino a Emaús.
Quando por ocasião do aparecimento de Jesus em João 20 Vs24a29
Jesus queria se mostrar ao incrédulo Tomé também chamado Dídimo que percebeu ser mesmo Jesus ressuscitado, então disse:
- Meu Senhor e meu Deus!!!
Em Lc24 Vs13a24 Jesus caminhava com eles sem se identificar.
Um deles chamado Cléofas respondeu a Jesus:
- És tu o único em Jerusalém que desconhece os acontecimentos dos últimos dias?
- Que foi que houve? Perguntou Jesus (Resposta leia na Bíblia Cap Lc 24 vs24a33.
Sem dar pulinhos e alterando sua voz um padre já idoso, com voz calma e suave dizia:
- Gente, caminhe com Jesus, Jesus nos ama e só quer nosso bem, venha a casa de Deus celebrar a Páscoa, assistir a missa porque toda missa é a Celebração da Páscoa.
Jesus ressuscitado foi reconhecido em Emaús quando partiu o Pão e ai que reconheceram Jesus que havia caminhado com eles.
Depois de cinquenta dias, dia de Pentecostes Jesus subiu aos Céus para junto de Deus Pai deixando para nós o Seu Espírito Santo que por ocasião do Batismo nos faz irmãos de Jesus e filhos adotivos de Deus.
Na sexta-feira santa do dia 19 de abril de 1935 a minha mãe Dona Regina Brandini Barbieri, aguardava o nascimento de seu 3° filho. Quem?
Eu! Naqueles tempos quem assistia as parturientes era uma parteira que apressava minha mãe porque as 19,00 horas saía a procissão da Igreja de São Pedro do enterro de Jesus, mas como este menino sempre foi um pouco lento e como já nasci aprontando, a parteira perdeu a procissão, coitadinho do inocente.
Depois de quase uma semana de vida, tinha que batizar a criança. porque o nenê chorava muito e só depois de receber o Batismo é que a criança se acalmava e ficava tranquila dormindo melhor.
O engraçado foi na hora de colocar o nome na criança. Meu pai Mario Barbieri queria colocar o nome de Armando em homenagem a Armando Salles de Oliveira, governador do Estado de São Paulo.
Na parede da sacristia um pacote de folhinhas com 365 números e em cada folha o dia, o mês e ano e com letras miúdas o nome do santo do dia, o padre procurava o nome do santo e achou o de Santo Expedito em 19 de abril, e minha mãe não gostou do nome, então o padre sugeriu o nome de Jesus por ter nascido na sexta-feira santa.
O nome Armando foi considerado pela homenagem de meu pai, o de Jesus (Época de Páscoa e ressurreição de Jesus) e Barbieri da família
Na Itália era uma época de pestes, terremotos, doenças, fome,etc.
O Brasil era um paraíso perto de uma Itália de Mussolini, resultando que transportei um vírus no meu sangue diagnosticado como mal de simioto ou doença de macaco e na época não tinha cura.
Resultado, fiquei magro e seco e com dois olhos azuis arregalados.
Sem expectativa de cura, minha mãe me levou para igreja e com aquele esquelético menino nos braços, ofereceu a Nossa Senhora:
- Oh! Senhora Aparecida, se for teu, leve mas se não cure o meu menino! Minha mãe acabava de me consagrar a Nossa Senhora .
Ao chegar em casa comecei a me alimentar, comer e beber e graças a Deus e Nossa Senhora me restabeleci.
O engraçado que uma senhora mãe de um vereador da cidade disse:
- Senhor Armando ! Nem Nossa Senhora quis o senhor!
Me fez rir no momento, mas depois fiquei meditando, Nossa Senhora me deixou viver porque tinha muita coisa para oferecer na vida, inclusive o testemunho de que Deus Existe e está no meio de nós!
***
Este
trabalho integra a antologia Contemporâneos 2018 que será lançada pela
Taba Cultural Editora entre dezembro/2017 e janeiro/2018.
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KODAK
por Jorge Luiz Nunes Brasil
Vi a luz dos teus olhos
Brilharem
Na imensidão da noite
E na imensidão da minha alma
Vieram-me as lembranças
Dos teus gestos
Vi nas águas do mar
A cor do teu corpo
Pensei em ti, talvez embriagado
Por tanta luz
Na Kodak invisível
Dos meus pensamentos
Ficaram gravados
Os teus sorrisos
Senti por breves momentos
As tuas mãos, entre as minhas mãos nervosas
Vi a luz dos teus olhos
Penetrando no corredor invisível
Da minha mente e fotografei
Sua alma
***
Este
trabalho integra a antologia Contemporâneos 2018 que será lançada pela
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